Lagum é a banda mineira com clipes divertidos que você precisa conhecer!

Lagum é a banda mineira com clipes divertidos que você precisa conhecer!

Uma banda mineira está chamando a nossa atenção e a gente precisa compartilhar! Lagum chegou com o primeiro álbum em 2016, o “Seja o que Eu Quiser”, mas agora estão vindo com uma série de músicas legais e clipes divertidos onde adoram se zoar.

A vibe da música deles é bem praiana para relaxar. Mas aí vemos os clipes e não é aquela coisa violão areia e mar. São histórias super bem boladas e engraçadas com um visual bem marcado. Muitos dos clipes já até ultrapassam milhões de views!

No mais recente deles, “Bem Melhor”, a banda vai parar num retiro bizaro! kkkk Saca só:

https://www.youtube.com/watch?v=5H5A2b9t5iY

A banda é formada por Pedro Calais (Vocal), Francisco Jardim (Baixo), Otávio Cardoso (Guitarra/Vocal), Glauco Borges (Guitarra) e Tio Wilson (Bateria). Todos eles são de BH e amigos de longa data.

Você pode ouví-los no Spotify e batemos um papo com Pedro para conhecer um pouco mais de Lagum!

PAPELPOP: Vocês parecem que já são super amigos há muito tempo. Como a banda começou?

Pedro Calais (Vocalista): Começamos em 2014 quando publiquei uma música que havia feito no Facebook e uma galera começou a comentar e compartilhar. Aí isso, um mês depois, chegou num promoter de uma casa de shows aqui de BH e ele sugeriu de formar uma banda. Então juntei todos meus vizinhos e amigos de infância que eu sabia que tocavam, começamos a ensaiar e conseguimos um show nessa casa. Fizemos esse primeiro show, a casa lotou, ficou gente para fora e tudo, e a banda começou a ficar bem falada entre os promoters. Com isso fomos sendo convidados para outros shows e a banda começou assim.

A música de vocês tem um clima meio surf music mas vocês mesmo são todos de BH. Então como o estilo surgiu?

Acho que vem bastante do Jack Johnson que foi um cara que ouvi pra caramba na infância e tinha várias CDs dele. Escuto até hoje, é uma parada que sempre me acalmou bastante, saca? Toda vez que fico ansioso, boto ele pra tocar e vira a trilha da minha calmaria. Acho que sempre quis que a Lagum fosse assim também. Escrever uma parada que deixasse as pessoas tranquilas, com esperança de que a vida é boa pra caramba.

Além dele, teve outra banda que influenciou bastante vocês?

A primeira banda que ouvi e pensei “Caramba, eu gosto de música” foi Charlie Brown Jr. Com 14 anos eu pirava, fui em vários shows e foi minha banda preferida por bastante tempo. Tive uma fase que ouvi muito Supercombo também e hoje em dia ouço muito Sticky Fingers. Para mim é a melhor banda da atualidade. Sou muito fã do Ed Motta também.

Vocês já têm vários clipes com milhões de views. Ao mesmo tempo que vocês são muito conhecidos por um público, ainda não é algo que o Brasil vê na rádio ou na TV. Como vocês avaliam esse sucesso?

Recentemente eu pensei bastante isso. Se esse era o momento para massificar nosso som para tornar ele muito mais conhecido e qual o lado ruim e bom disso. Acredito que estamos criando uma carreira muito sólida e, quando essa hora chegar, estaremos preparados. Não sei se agora é o momento de explodir assim.

Acho muito legal o jeito que está agora porque está sendo natural. As pessoas estão conhecendo de dentro para fora. Um amigo que mostra para um amigo. Não é algo que as pessoas estão tendo que engolir ouvindo na rádio, na TV, o tempo todo. Acredito que, no futuro, o que está rolando agora pode ser até algo mais duradouro. É assim que eu vejo. E quando esse momento de estourar pelo Brasilzão rolar, só vai amplificar isso tudo.

Sinto que vocês gostam bastante de se divertir nos clipes que fazem. Vocês acham importante ter um videoclipe? Gostam de fazer?

É muito maneiro fazer clipe. Às vezes gosto mais de escrever o roteiro do clipe do que a música. Porque o clipe é livre, trabalhar com imagem é libertador. Dá para passar várias intenções. Você pode explicar literalmente à música ou fazer algo que só remete à letra e falar de outra coisa. É um plus. Estou estudando teatro agora e adoro fazer personagens para parecer ruim e fazer coisas engraçadas. Dá um humor à música. Somos todos muito amigos e a zoeira come solta, então é o momento que temos para deixar mais descontraído e trabalhar um personagem. Um mafioso, um super-herói, um cozinheiro…

Qual o o clipe favorito de vocês até agora?

Acho que é o clipe de “Telefone”. Porque nós mesmos fizemos a produção inteira, ralamos para pegar toda aquela velharia. Minha vó é mó acumuladora e pegamos muita coisa da casa dela. Foi também o primeiro clipe que fizemos com o Alexandre Stehling, que depois fez todos os nossos clipes. Gastamos dinheiro nenhum, foi tudo emprestado. Carro, casa, onde fizemos o telemarketing. E é um clipe divertido pra caramba e que várias coisas doidas acontecem.

Agora vocês trabalham o single “Bem Melhor”. Vai ter um álbum ainda neste ano?

Um álbum de inéditas ainda não deve sair neste ano. Mas é bem provável que a gente junte tudo que foi lançado junto com novas músicas que vamos soltar até o final do ano. Devemos soltar ainda umas três.

Fonte: Papel Pop