Prêmio Da Hora

INGRESSOS PARA O CINEMA

Participe

Tempo restante:
Com 1º disco solo, Camila Cabello demonstra que acertou ao sair do Fifth Harmony

Com 1º disco solo, Camila Cabello demonstra que acertou ao sair do Fifth Harmony

Por mais que o Fifth Harmony tenha resgatado o pop enlatado com todos os clichês que gostamos de ver, o projeto já não comportava mais o tamanho de Camila Cabello. Já dava para sacar antes dos singles oficiais de sua carreira solo que ela não estava para brincadeira. “I Know What You Did Last Summer” com Shawn Mendes, e “Bad Things” acompanhada de Machine Gun Kelly apontavam esta direção.

A história atual do pop está repleta de separações que renderam ótimos trabalho e, que depois de um tempo, o público enxergou que era melhor para ambas partes. Foi assim com Beyonce (Destiny’s Child), Justin Timberlake (Nsync), Harry Styles (One Direction), Dawn Richard (Danity Kane). Parece termos um bom novo capítulo com ela.

Como todos lembram, a saída dela do Fifth Harmony foi conturbada e dividiu a opinião dos fãs. Uns defendiam a tese que a Camila deveria voar solo mesmo, e outros acharam que era um punhal nas costas a forma como ela saiu. O que podemos constatar é que a saída da cantora foi um grande baque para a girlband.

O primeiro trabalho sem Cabello é visivelmente inferior do que o Fifth Harmony já tinha lançado no mercado. “7/27” e “Reflection” são discos redondos e com hits poderosos, sem titubear. O disco homônimo do Fifth Harmony agradou, mas não teve o mesmo impacto. Será que o encanto estava nas mãos de Cabello?

Estas perguntas seriam respondidas com o primeiro disco dela. A estreia da cantora não poderia ter acontecido de melhor forma.

Os dois singles escolhidos foram certeiros e deixou uma pergunta no ar que Jojo Toddynho costuma dizer: Que tirou foi esse? “Never Be The Same” e “Havana” são a prova que Camila Cabello não era apenas uma cantora criada em estúdio por algum produtor para reproduzir músicas, mas que tinha potencial de trilhar o seu caminho.

Fonte: Papel Pop